Vidros coloridos: efeitos de tonalidade, reflexão e privacidade

Vidros coloridos podem participar da identidade visual de fachadas, divisórias, portas e ambientes internos. A tonalidade percebida depende da composição, da espessura, da iluminação e das cores ao redor.

Nenhuma marca precisa ser usada na especificação. O importante é descrever cor, transparência, desempenho e aplicação pretendidos.

Tonalidade e espessura

Quanto maior o caminho percorrido pela luz dentro do vidro, mais perceptível pode se tornar a cor. Bordas geralmente apresentam tonalidade mais intensa do que a superfície observada de frente.

Em composições laminadas ou multilaminadas, o resultado visual deve ser avaliado considerando todas as camadas.

Reflexão e iluminação

A reflexão muda conforme o nível de luz de cada lado. Durante o dia, uma fachada pode parecer mais reflexiva; à noite, a iluminação interna pode aumentar a visão do interior.

Por isso, vidro colorido não deve ser tratado como garantia permanente de privacidade.

Controle solar

Cor e aparência não informam sozinhas o desempenho térmico. Quando controle solar for necessário, devem ser avaliados indicadores técnicos e orientação da fachada.

Compatibilidade com segurança

A tonalidade pode fazer parte de vidros laminados, temperados, insulados ou blindados, conforme viabilidade. Cada desempenho precisa ser especificado separadamente.

Quando houver vidro blindado, certificação e documentação devem corresponder à composição final e ao nível solicitado.

Conclusão

Vidros coloridos permitem trabalhar estética, luz e percepção visual. A escolha deve considerar espessura, iluminação, reflexão, desempenho e composição completa.

Leia também

Facebook
Pinterest
Twitter
LinkedIn

Newsletter

Precisa de blindados para seu projeto? Entre em contato e faça um orçamento!

Últimas Publicações

Rolar para cima