Furos, recortes e bordas em vidro temperado

Depois da têmpera, o vidro não deve ser cortado, furado ou recortado. Todas as usinagens precisam constar no desenho e ser executadas antes do tratamento térmico.

Medidas

Confirme vãos, ferragens e folgas antes da produção. Pequenos erros podem inutilizar a peça.

Furos

Diâmetro, posição e distância das bordas precisam respeitar critérios de fabricação e concentração de tensões.

Recortes

Cantos internos e geometrias complexas exigem atenção. Raios e acabamento devem ser definidos no desenho.

Bordas

Lapidação e polimento influenciam aparência e resistência. Danos posteriores aumentam risco de ruptura.

Ferragens

Modelos precisam estar definidos antes do vidro. Não é seguro adaptar ferragem exigindo novo furo após a têmpera.

Conclusão

Vidro temperado exige projeto final antes da fabricação. Medidas e ferragens precisam estar coordenadas para evitar refação.

Conferência de ferragens

Modelos de dobradiças, puxadores, fechaduras e suportes devem ser aprovados com desenhos dimensionais. Alterar ferragem depois pode mudar furos e recortes.

Distâncias e geometrias

Furos próximos de bordas e cantos internos concentram tensões. Diâmetros, raios e distâncias precisam respeitar capacidade de fabricação.

Transporte

Bordas acabadas continuam sensíveis a impactos. Peças com recortes exigem apoio cuidadoso para evitar esforços localizados.

Perguntas frequentes

É possível aumentar um furo depois da têmpera?

Não é um procedimento apropriado. A peça deve ser produzida novamente com a medida correta.

Película corrige um erro de recorte?

Não. Película não altera geometria nem elimina concentração de tensões.

O vidro pode ser instalado encostado no metal?

Não. Devem existir folgas e materiais de interface compatíveis.

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